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No final de 2005, eu só sabia de uma coisa: eu gostava de publicar. No começo de 2006, eu encontrei o WordPress e neste instante soube de uma nova coisa: eu queria escrever a sério. O WordPress era moderno. Era limpo. Era futurista. Era até mesmo aquela palavra que frequentemente usamos para adjetivar produtos tecnológicos, mesmo ela sendo inteiramente inadequada pra isso: sexy. http://sitesobreredemais07.qowap.com/14987559/gmail-vai-obter-autocompletar-inteligente-pra-publicar-e-mails quem vinha de experiências com o Blogger, era como desplugar um Atari pra doar recinto a um Super NES.



Pela mesma tarde que conheci o WordPress, desenvolvi o meu primeiro web site que acabou sendo bem-sucedido. https://heinzman.kroogi.com/en/content/3639361-Como-Elaborar-Um-Web-site-Para-o-Seu-Escritand-243-rio-De-Advocacia.html desde por isso, tive meus affairs com outras plataformas, principalmente o Tumblr e o Posterous, no entanto não posso contar que senti nada aproximado com o que sinto hoje pelo Medium. O Medium é moderno. É limpo. É até mesmo… sexy.


O que é o Medium? Entretanto esta também é uma http://siteartesaosite29.jigsy.com/entries/general/Google-Muda-Visual-Limpa-coment%C3%A1rios-Ruins-E-Volta-Com-Eventos , visto que o Medium não utiliza a expressão “blog” em espaço algum da tua comunicação oficial. A ênfase por aqui é no “que importam”. Ainda faz significado construir um web site? O que o Blogger fez quando revolucionou a internet pela virada do milênio foi conceder, pela primeira vez, um espaço, um meio, para que cada pessoa pudesse anunciar cada pensamento. Segundo a lógica de que todo raciocínio merece um website para ser publicado.


Quem acompanhou este processo viu o surgimento de essencialmente dois tipos de websites: aqueles com textos mais trabalhados, e outros com o estilo mais “meu querido diário”. Os donos destes primeiros, com o tempo, viraram profissionais. Jornalistas, escritores, colunistas. Seus web sites tornaram-se blogs, colunas, páginas impressas por aí. Os do segundo tipo hoje são Twitters, Instagrams e, principalmente, posts no Facebook. A toda a hora com finalidade de ganhar alguns comentários.



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Na atualidade, aquela lógica do Blogger de que “todo pensamento merece um blog” não se aplica mais. Não por causa de os pensamentos perderam seu mérito, porém sim pelo motivo de há opções melhores do que um blog pros pensamentos mais claro. Há o Facebook, o Twitter, o Instagram. O Medium, assim, não se propõe a ser uma plataforma de web sites, contudo sim uma plataforma de textos. De ideias. Há uma diferença fundamental aí.


Dentro desta proposta, o Medium dá certo principalmente em razão de ele pega os ingredientes de um website, joga fora o que azedou e mistura todo o resto de um jeito bem novo, que faz muito significado. No momento em que você faz o cadastro e começa a divulgar, você não tem um site. Você não batiza com nome engraçadinho, nem sequer resolve URL esperta.


O “seu blog” é a tela acima, sem muita vaidade ou cercadinhos. Os textos são seus, sim, claro, assinados e com uma fotinho tua ao lado, porém ao mesmo tempo eles são do Medium. Da comunidade. Eles se misturam, se espalham. Pra entender melhor: sabe como num website tradicional você tem categorias e tags? No Medium não há isto, há Collections. Elas são exatamente como categorias, todavia com uma página bonitona para abrigar todos os textos, e uma diferença primordial: as Collections, por padrão, são públicas.


Ao final de cada texto teu https://kleinberger.kroogi.com/en/content/3639558-Facebook-Corrige-Mais-Mand-233-tricas-De-Anand-250-ncios-Video-Ao-Vivo-E-Curtidas.html , há 3 dicas de textos relacionados. Essas sugestões não são obrigatoriamente de outros textos seus. Do mesmo jeito textos seus podem estar sendo sugeridos abaixo de outros textos que você nunca leu. Deste jeito, o sistema se encarrega de esparramar os textos, recomendando-os para as pessoas que ele confiar que vai achar envolvente fundamentado em outros textos que leu e sugeriu.


Você ganha uma audiência qualificada e interessada que não teria de modo tão acessível se criasse um website perdido usando o WordPress. Não há um pedaço do Medium que não tenha sido repensado do zero para chegar ao repercussão atual. A interface de escrita é genial porque ela não existe.


Você simplesmente escreve. Não há barras de ferramentas com múltiplas opções de formatação. À proporção que você digita, o texto surge na tela exatamente da mesma forma que ele aparecerá para quem for ler. É o ápice do WYSIWYG. As poucas opções que existem (negrito, itálico, dois níveis de subtítulo, blockquote e link) aparecem quando você seleciona um trecho de texto - e somem então que você terminar de utilizar. A reinvenção dos comentários, que no Medium se chamam “Notes” e não ficam abaixo do texto. No momento em que você está observando um texto e passa o mouse a respeito de ele, aparece um menor balão de fala ao lado do parágrafo atual, e você pode clicar ali pra deixar um comentário sobre isso aquele trecho específico. Por padrão, estes comentários são privados.


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